Pedi autorização da Vivi para publicar o mesmo texto que ela publicou no Pop Topic. Este texto é dela, sem tirar nem pôr uma vírugula... Mas caiu exatamente como uma luva para um momento que também estou vivendo aqui no Diva.
Vocês perceberam que ando postando menos... Enfim... Saudades de poder vir e falar o que eu penso sem parecer que tudo que falamos é comprado - porque infelizmente hoje em dia, por conta de muitas, os blogs são vistos sim... como um portal de puro e completo jabá!
Poxa, se não falo mal de um produto é porque realmente não tenho o que falar e outra... prefiro não falar de um produto do que falar mal...
Eu nunca ganhei nem um centavo com o Diva, não tem nenhum post pago aqui - tenho muito orgulho de falar isso. Recebo sim inúmeros produtos de assessorias e posto quando quero e se eu quero. Não tenho obrigação... O eu postar é mais como uma forma de retribuir um carinho... e não um 'jabá'... E repito, prefiro não falar de algo do que mentir ou dizer que ele é ruim.
E outra.. em todos produtos que compramos sempre há de encontrar algum ponto positivo nele, seja a cor, textura etc...
Enfim... desabafo feito... Mas leiam um texto para entenderem melhor porque desse meu 'piti' agora huhuhuhu
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"O jabá e sua importância histórica na minha vida. E na sua!
No fundo já sabia que teria que escrever sobre isso um dia. Sentia mesmo que esse momento estava próximo.
Chegou.
Tô cansada, gente.
Comecei a blogar sem saber que estava blogando, há muito tempo atrás. Falava do que queria, quando queria, da forma que me apetecesse. Algumas pessoas liam, respondiam, concordavam, discordavam e a vida continuava, porque ninguém tinha que ganhar campeonato mundial de popularidade, bater recorde de seguidores e muito menos se preocupar se sua opinião sobre o gosto do batom X poderia ofender uma admiradora mais apaixonada pela marca. A vida era simples e boa, porque as pessoas não se exaltavam por esse tipo de coisa, acreditem.
Hoje não tenho mais vontade de nada. Gasto mais tempo pensando em uma forma tão imaculadamente imparcial de escrever que acabo perdendo a única coisa que interessa em um blog, que é o tempero pessoal de quem escreve. No caso eu.
Sabe o que é isso, sentir que aquilo que você produz é estéril, que não carrega um traço próprio e seu, pra não ‘parecer tendencioso’ ou, vamos chamar pelo nome que todo mundo conhece, jabá?
Hoje não tenho mais vontade de nada. Gasto mais tempo pensando em uma forma tão imaculadamente imparcial de escrever que acabo perdendo a única coisa que interessa em um blog, que é o tempero pessoal de quem escreve. No caso eu.
Sabe o que é isso, sentir que aquilo que você produz é estéril, que não carrega um traço próprio e seu, pra não ‘parecer tendencioso’ ou, vamos chamar pelo nome que todo mundo conhece, jabá?
Em algum momento quando os blogs viraram uma febre, assumo pra vocês, eu também contava clique. Acompanhava visitação, pensava em como manter e aumentar a audiência, entrei nessa loucura de cabeça. Até que a gente cresce e percebe que o mergulho provocou um traumatismo na nossa personalidade (?!) e que estávamos vivendo de mímica e repetição, sem aquela sensação quentinha no peito, de quem está vivo.
Começa a perceber que existe um limite muito sutil entre continuar fazendo um blog, no sentido mais literal, no conceito original, que é uma página com conteúdo pessoal, que expressa, SIM, a opinião de quem escreve OU partir para o lado mais voltado para a informação, aquele que divulga fatos & fotos de modo imparcial, coisa que a mídia oficial faz muito bem, já que é dela esse papel.
Pra mudar a gente precisa se mover, certo? Se estou em um lugar e quero ir para outro, tem um caminho que preciso percorrer. No momento que me senti infeliz no lugar onde estava, fazendo as coisas do modo que estava fazendo, comecei a me mexer. Só que leva um tempo até chegar ao outro ponto, preciso atravessar o caminho.
Pra mudar a gente precisa se mover, certo? Se estou em um lugar e quero ir para outro, tem um caminho que preciso percorrer. No momento que me senti infeliz no lugar onde estava, fazendo as coisas do modo que estava fazendo, comecei a me mexer. Só que leva um tempo até chegar ao outro ponto, preciso atravessar o caminho.
Está difícil percorrer essa trajetória sem levar pedrada sem motivo.
Aqui vou ter que repetir o que disse em um comentário, há pouco. Chegamos a um ponto onde qualquer palavra publicada sobre qualquer produto é colocada em cheque e precisa ser profundamente analisada, para receber ou não o carimbo do “jabá”.
Raramente falo da minha vida pessoal na web, acho que não é necessário, não acrescenta nada aos assuntos do Pop Topic, mas nesse caso vale dizer uma coisa. Não tenho rabo preso com ninguém pra dever obrigação. Não publico a troco de mercadoria ou favor.
Raramente falo da minha vida pessoal na web, acho que não é necessário, não acrescenta nada aos assuntos do Pop Topic, mas nesse caso vale dizer uma coisa. Não tenho rabo preso com ninguém pra dever obrigação. Não publico a troco de mercadoria ou favor.
É meu nome que está em jogo e isso, pra mim, vale muito mais do que um produto (ou um presente. Ou uma viagem). A vida é longa demais pra que eu arrisque a única coisa que ninguém pode tirar de mim, que é minha própria identidade.
Não faço jabá. Aliás, quando o assunto é jabá é preciso saber que receber jabá é uma coisa e retribuir é outra bem diferente.
Não faço jabá. Aliás, quando o assunto é jabá é preciso saber que receber jabá é uma coisa e retribuir é outra bem diferente.
Se interessar a algum anunciante, vendo espaço publicitário e cobro em moeda corrente. É com ela que compro o que quero e gosto. O conteúdo desse blog não depende de brinde promocional.
Se recebo alguma coisa para experimentar e ela interessa ao público que sei que frequenta o blog, dou minha opinião depois de usar. Se não quiser, não dou. Não existe obrigação. A retribuição do jabá não é compulsória.
Se recebo alguma coisa para experimentar e ela interessa ao público que sei que frequenta o blog, dou minha opinião depois de usar. Se não quiser, não dou. Não existe obrigação. A retribuição do jabá não é compulsória.
O que percebo que acontece é o seguinte: muita gente só quer barraco. Quer a crítica maldosa, quer o esculacho. Se não encontra isso, interpreta como falsidade, mentira, opinião vendida.
Gostar não dá audiência. Avacalhar, sim!
Daí pra achar que por não encontrar esculhambação por aqui é porque esse é um terreno fértil de jabá é um pulo. O que eu posso fazer em relação a quem pensa assim? Nada.
Não preciso estar certa ou comprar a escritura da Verdade. Não preciso provar nada nem convencer ninguém: não sou vendedora, não ganho comissão. Meu trabalho é outro, fixo, independente. Aqui só vendo uns retângulos de espaço, para banners. Minha obrigação com esses espaços é manter o blog no ar para que eles permaneçam visíveis, só isso.
Se existe hoje um mar de desconfiança em relação ao que os blogs publicam, a única coisa que me cabe fazer é continuar tentando atravessar isso, da maneira mais digna possível. Torcer para conseguir me expressar de forma a continuar contente com esse espaço e proporcionar alguma coisa positiva para outras pessoas que entrem aqui procurando por isso.
Quero muito chegar num outro ponto, onde possa voltar a me sentir plenamente satisfeita com o que estou fazendo. Mas isso não quer dizer que enquanto estou procurando esse oásis, eu tenha que ficar encolhida no cantinho, de cabeça baixa, como se fosse culpada por todas as mazelas comerciais que a patrulha dos blogs atribui aleatoriamente, escolhendo as bolas da vez para acusação.
Se existe hoje um mar de desconfiança em relação ao que os blogs publicam, a única coisa que me cabe fazer é continuar tentando atravessar isso, da maneira mais digna possível. Torcer para conseguir me expressar de forma a continuar contente com esse espaço e proporcionar alguma coisa positiva para outras pessoas que entrem aqui procurando por isso.
Quero muito chegar num outro ponto, onde possa voltar a me sentir plenamente satisfeita com o que estou fazendo. Mas isso não quer dizer que enquanto estou procurando esse oásis, eu tenha que ficar encolhida no cantinho, de cabeça baixa, como se fosse culpada por todas as mazelas comerciais que a patrulha dos blogs atribui aleatoriamente, escolhendo as bolas da vez para acusação.
Eu respeito vocês e só espero isso em troca."
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Estou passando exatamente por isso, essas palavras são as mesmas que eu já tentei escrever inúmeras vezes, mas a Vivi falou mais bonito do que eu com esse meu jeito 'esculhambado' pra falar... E tá ai...
Sem mais.












17 comentários:
Eu comecei o meu como se fosse o meu diário só que em vez de escrever no caderninho à moda antiga, é no pc, mas faço-o por mim, para mim, claro que fico contente em saber que há alguém que gosta, mas continuaria na mesma sem ter seguidores!
Sábias palavras! É verdade que há muitos blogs que falam bem dos produtos só para não ofender as empresas/lojas que deram e que dão presentinhos. Mas também é fato que nem todas(os) as(os) blogueiras(os)são assim. Há quem não goste de colocar para trás algo que recebeu e por isso prefira não apresentar o produto. Há outros (eu no caso) que fala mesmo, se comprou ou recebeu algo que não é bom põe a boca no trombone e dá sua opinião. De um jeito ou de outro, cada um tem seu modo de pensar, concordando ou discordando o que cada um tem que fazer é, no mínimo, respeitar.
Beijos,
http://danisoaresblog.blogspot.com
Oi Inara, também estou passando por essa mesma situação viu.
E com certeza vou acabar excluindo o blog de decepção mesmo porque ta dificil.
Bjs
Danielle
Concordo com vocês.
O respeito é o mínimo.
O blog pra mim é terapia mesmo. Divertimento.
E esses fatos estão me deixando bem triste.
Cada um, é cada um.
E sou blogueira com muito orgulho.
Beijocas meninas!
Amiga eu te entendo perfeitamente e são tantas responsabilidades na nossa vida muitas vezes tiramos tempo de coisas tão importantes né,mas aí essas coisas tiram nosso prazer,é assim mesmo,o blog é um divertimento,uma aprendizagem,um carinho,amizade e respeito de pessoas que tem assuntos em comum,mas muitos seguem outro caminho né querida,e as vezes ficamos tristes de vermos certas coisas,mas enfim tudo passa né,as coisas ruins também.
O que eu gosto muito de você e do seu espaço é sua honestidade,clareza e qualidade sempre,me identifico com seu jeitinho que me encanta.
Beijos amiga e força aí,esperamos você tá querida.Bom final de semana.
Oi, Inara! Tô sumida de comentários,mas sempre passo aqui e dou uma lida. ^^
Eu não tenho blog, já tive ideias, mas vc e várias fazm a coisa tão bem e eu sei q o meu não chegaria nem as pés q desisti. e hoje sou feliz só lendo mesmo hauhauha gasto minhas palavras escrevendo cartas, etc.. enfim..
Fica assim não...Gente chata tem em todo lugar, sempre vai ter. Tenha certeza q no meio delas tem muita gente legal tb e que te dá o devido falou. Blog dá trabalho, tem q dedicar pra caramba e tem q tem uma pessoa com talento pra fazer ou só vira 'mais um'. O seu não é mais um, então vc faz seu 'trabalho' muito bem e quando isso acontece, seeeempre vai ter gente vendo isso. deixe que o resto pense o que quiser.. Seu blog é pra gente esperta, com carater, e essas pessoas enchergam seu valor. Se pintar comentario chato, simplesmente ignore. Uma dia a pessoa se toca da merda que tá fazendo, ou simplesmente cansa e vai embora... Gaste sua energia com quem realmente vale a pena!
=*
Morgana
Tbm acho! tantas blogueiras talentosas que nao conseguem "evoluir" pq não tem jabá e ainda tem as riquinhas que tem grana pra ir a paris 2 3 x ao ano nova york e etc.... que andam de bolsa balenciaga e bla bla bla canso de ver isso me indigno pq é desleal e injusto! mas... fazer o q? o povo dá ibope mermo pra elas fica dificil!!!!
confesso que quando entro nos grandes blogs e tem lá o blog amou penso an será tipo angelica não usa niely mas eu entendo o desabafo e as leitoras tem que saber peneirar isso vai passar sim e ai quem quer blogar de verdade vai voltar a todo vapor!
Inara, entre tantos (milhares) de blogs neste universo da web, somente alguns (muito poucos) se sobressaem, e você é um deles. Apesar de sempre ler, mas pouco comentar, continuarei sendo sua fã de carteirinha e não desanime pois a vida nos reserva pós e contras, faz parte. O blog é seu e, portanto vc faz o que quiser com ele, é a sua opinião e isso deve ser respeitado. Odeio quando alguém corrige algum erro gramatical, ou se atém nas entrelinhas, ora se eu quiser errar eu tenho este direito. Trabalho com computadores desde 1984, acho que a maioria de vocês nem fosse nascidas ainda, já vi muitos blogs que começaram ingênuos, lindos de ler, desabafos, quase diários, com informações interessantes e hoje estão maçantes por conta do estrelismo. Continue sendo vc mesma e viva a livre expressão. bjs
Infelizmente, acabamos julgando um todo por uma parte. E mais infelizmente ainda, nivelamos por baixo na hora de julgar...
Existem muitas blogueiras que se vendem, da mesma forma que em qualquer lugar encontramos pessoas que fazem escolhas duvidosas. Mas isso acaba se generalizando no pensamento de quem lê e tem medo de ser enganado, o que acada reduzindo todas as opiniões em merchandising (jabá!)
Eu sinceramente não me importo se uma blogueira recebe dinheiro pra fazer publicidade, afinal
blog tem custos, mas não gosto de me sentir enganada, de perceber que aquela opinião é paga e a blogueira insiste em agir como se ela realmente achasse aquilo.
É o que mais se vê nos grandes blogs, na minha opinião o Garotas Estúpidas é o campeão. E isso é péssimo, tira a naturalidade a verdade que eu acredito que qndo as pessoas entram em um blog procurar. Se quiser ver jabá ela vai ler uma revista!
Mas quem lê blogs há mais tempo sabe diferenciar uma opinião sincera de um jabá, de quem escreve um blog por amor, pq gosta e de quem fez disso uma profissão, que deseja ganhar dinheiro, se vender...
Oi Inara, flor, eu acho que eu nunca posto aqui, recebo seus posts no meu e-mail e por isso acabo não comentando mas leio todos. Eu acompanho seu blog justamente porque acho original, acho que tem o tempero pessoal e não tem cara de jabá. Acho que vc não deveria esquentar a cabeça com isso, pois o que importa é você ter a consciência tranquila do que você faz e saber que isso é verdade. Tem muita menina que quer ser "itgirl" da blogosfera, ganhar rios de dinheiro com isso e aquilo e isso é uma bobagem, isso é passageiro, mas a sua honra e o seu nome não. Eu geralmente costumo perceber quando é jabá e se for algo muito forçado, eu simplesmente não confio na opinião e as vezes nem volto mais no blog, mas tem vários blogs que eu sou super fiel, alguns ultra famosos e outros quase nada famosos, mas sigo porque acho que são sinceros, porque dão boas informações e enchem meu coração de alegria. É por causa de blogueiras como você que eu passei a me cuidar mais, gostar mais de mim, resolvi buscar tratamento pra minha compulsão alimentar e hoje estou prestes a fazer uma cirurgia que vai melhorar a minha vida. Estou mais feliz, não estou mais em depressão e as vezes algo que pra alguém de fora pode parecer fútil, pra uma pessoa como eu, foi o necessário pra dar um boost na auto - estima e mudar minha conduta comigo mesma. Então assim, o meu recado é, não deixe de fazer o blog do jeito que vc sempre faz e não ouças as críticas infundadas. Você sabe qual é a verdade e suas leitoras fieis que te leem a cada post, também sabem. Só tenho a agradecer pelo seu esforço pessoal de postar e sinto muito por esse momento que você está passando, mas queria registrar aqui meu "depoimento" pessoal, pra ver se ajudo a te animar. Um grande beijo!
Inara, bom saber que vc pensa assim e que está disposta a manter a integridade de sua opinião, sem se vender. Ou pior, se vender por tão pouco, com fazem as meninas que ganham 30 reais pra fazer um vídeo dizendo que PRECISAMOS TER pincéis terríveis.
Tenho muita vontade de criar um blog, compartilhar o que tenho aprendido, apresentar produtos. Mas isso me decepciona taaanto que ainda não tive coragem.
Eu não tenho blog, mas como leitora que sempre procurei os blogs com mais personalidade(não é por coincidência que o seu está no meu feed) também estou sentindo isso, essa falta de liberdade que vocês estão tentando superar, aquele quentinho no peito que a Vivi comentou, também não sinto mais ao ler, e é provavelmente pelo sentimento que vocês tem quando escrevem, o triste é que tem muitos blogs fechando por esse desmotivamento, mas vou torcer para você encontrar esse lugarzinho ao sol onde tem prazer de escrever aqui.
Beijos.
nem li
Oi Inara. Não faz muito tempo, que conheci seu blog e amei.
Concordo em gênero, número e grau, com tudo o que disse.
Sabemos bem ler nas entrelinhas, qdo o jabá está ali, pelo menos, eu penso assim!
Coisas horríveis, que dizem: "VC TEM Que Ter"!
Eu, apesar de ser bem velha, perto de vc e suas fãs; tb gosto de ver as novidades, críticas, efeitos, etc...
Há pouco tempo, criei 1 pequeno blog... feito apenas da minha experiencia, sem qualquer outra intenção, a não ser passar o que uso, vejo e sinto!
Minha vida real, é outra, nada ver com o que escrevo.
Por isso dou muito valor, a pessoas como vc, que se mantem digna, no que faz!
Parabéns!
Abraços,
Depois dos 50... Somos guerreiras, ainda!
http://apesardos50.blogspot.com/
Guerreira! Obrigada pelo carinho, viu?!
Hoje li algumas criticas por aqui... e suas palavras foram como um abraço!
Obrigada de verdade! Vou lá conhecer seu cantinho!
Beijoca!
Inara querida...
Vc é mesmo uma flor em nosso jardim!
Penseo que se deixarmos nos levar pela correnteza, podemos acabar caindo numa cachoeira ou ir de encontro as pedras. mas se tentarmos nadar e ir contra a corrente, acabaremos - com esforço - claro, de chegara terra firme!
Por isso gosto do seu jeito franco de expor as coisas..
PS: brigadu pela visitinha e pelas palavras tão carinhosas.. Muita sorte, sempre...
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Obrigada pelo comentário, flor!
Irei responder tudo, sempre.
Responderei aqui no blog e por e-mail, caso você deixe o endereço.
E irei fazer de tudo para tentar visitar seu blog - retribuindo a visita!
:o)
Obrigada!